O presidente do Instituto Superior Técnico, Carlos Matos Ferreira, confirmou hoje ao PÚBLICO que colocou o seu cargo à disposição depois de ter sofrido duas derrotas eleitorais, uma sobre o novo do novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior e outra para a Assembleia Estatutária.
Já o nosso caríssimo presidente da AE, Bruno Barracosa afirma ao mesmo jornal que:
«O papel de um presidente não é defender os seus próprios ideais.»
Não quero que se torne um cliché neste blogue mas a verdade é que, e todos nós naquela escola, e naquele curso, sabemos, que este rapaz, presidente e suposto representante dos estudantes, ou seja nós, teve em campanha, e tem enquanto presidente o apoio do Partido Social Democrata desempenhando até o cargo de Vogal Suplente da Secção H em lisboa, Bruno Tebbal Barracosa n.º 135321, leiam-se em http://www.jsdseccaoh.com/lista_cp.html .
Desta forma, nega que a posição de Carlos Matos Ferreira seja apenas um forma de exercer pressão no Técnico e de impor as suas convicções político-partidárias, como acusou o dirigente estudantil Bruno Barracosa.Não, não vou falar no aluguer de carros de alta cilindrada e de fatos de alta costura para a visita a congressos nacionais de associações de estudantes, nem das despesas de telecomunicações, nem de outras despesas já há algum tempo discutidas nos meios apropriados, e que não interessam ao ouvinte de outras paragens, feitos com dinheiros de arraiais e outros de mais atribuídos a uma associação de estudantes. E lê-se mais adiante
“O novo Regime Jurídico das Instituições do EnsinoSuperior sempre foi umassunto muito debatidoentre os professores quepor isso votaram em massaesta questão ao contrário da Associação deEstudantes que não fez oseu trabalho de informação sobre o tema e só agorasurge”.
E a verdade é que não surge mesmo a informação, e não nos digam que nos informaram porque uma notícia destas não apanharia de surpresa uma grande malha estudantil como apanhou se estivessemos informados. Sim uma associação não serve apenas para descontos em macbooks e calculadoras, viagens e arraiais.
Certas pessoas deveriam saber estar caladas ao pé de outros, quanto mais ao pé da agência Lusa quando têm tectos de vidro e tomam posições em jogadas altamente políticas que a quem acompanhar as notícias que por aí vagueiam rapidamente verificam o carácter mais uma vez "clubístico" dum jogo que é jogado em arenas que, e sublinho, deveria território neutro a estas politiquices de merda.


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